SERIAL KILLER- UMA MENTE PSICOTICA

Emanuelle Cristina PEREIRA, Náthaly ESCORSIN

Resumo


Os seriais Killers, termo usualmente utilizado dentre os meios policiais, jurídicos e culturais. Supostamente definido em meados dos anos de 1840. Sendo considerados como assassino em série ou como era intitulado assassino em massa.

Sua Tendência homicida é intimamente ligada com o começo de sua infância, chama-se por muitos estudiosos a falta de uma base familiar. O consequente comportamento, logo, é identificado quando crianças pois os mesmos atacam animais pobres e indefesos com muita crueldade sendo passível a percepção.

Quando estes resolvem atacar, estripar, ou matar com os mais variados e violentos mecanismos deixam em suas vítimas suas assinaturas. A psicologia os denomina como psicopatológicos que são os indivíduos perversos com graves distúrbios mentais. A psiquiatria entende que esses psicopatas têm dupla personalidade. Sua consciência está intimamente ligada com a vontade insanável de saciar seus desejos aterrorizantes. Não existe em seu consciente a compaixão para com as suas vítimas, mesmo que alguns dos vários estudiosos dessa área, entre os psicólogos, psiquiatras e psicanalistas entendem que por mais "loucos" que podem parecer, os mesmos têm a total consciência do que se está fazendo. O “modus operandi†desses indivíduos geralmente são ações com envolvimentos sádicos e sexuais.

São difíceis para a identificação quanto ao prenome "Serial Killer" pois são pessoas extremamente aptas e inteligentes com rotina normal perante a sociedade. Por este motivo, esses criminosos são considerados sóciopatas, pois vivem na sociedade de modo normal, mas não conseguem se controlar perante seus instintos e nem pedirem algum tipo de ajuda.


Palavras-chave


assassino em série; psicopata; sóciopatas.

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Referências


BONFIM, Edilson Mougenot. O Julgamento de um Serial Killer I. São Paulo: Malheiros, 2004.

CASOY, I. Serial Killer – Made in Brasil. São Paulo: ARX, 2004.

MARANHÃO, Odon Ramos. Psicologia do crime. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 1995.


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ISSN 2359-3474